Foi uma tarde de bastante público presente nas bancadas do Pavilhão Municipal da Penha, em Faro.
Na quadra disputava-se a Taça Complementar Feminina de Futsal, entre as equipas do Campinense e dos Sonâmbulos.
Partida bastante equilibrada, foi o Campinense a primeira a marcar, aos 3 minutos, por intermédio de Bruna Silva.
Um festival de bolas ao poste foi o que se viu! Ao todo, o Campinense poderia ter ganho com maior conforto, mas 4 foram as bolas a embater nos ferros da baliza dos Sonâmbulos.
Sonâmbulos que nunca baixaram os braços, procurando o empate, que nunca surgiu.
O tempo ia passando e o marcador teimava em não mexer. E foi mesmo com 1-0 favorável ao Campinense que terminavam os primeiros 20 minutos.
Na segunda parte, o mesmo da primeira: equilíbrio. Golos, só aos 28 minutos, por Patrícia Morais. Bom trabalho coletivo a terminar no fundo da baliza dos Sonâmbulos.
Festa em Faro e cheirava já que o troféu romaria a Loulé. Mas aos 32 minutos, e já com 5 faltas, Marta Viegas, de penalidade faz o 2-1.
Salientar ainda que a equipa dos Sonâmbulos desperdiçou, da marca dos 10 metros, uma soberba oportunidade para empatar.
Sofrimento era a palavra chave da fase final do encontro: sofria o Campinense que queria que o relógio andasse o mais rápido, para erguer o troféu, e sonhava os Sonâmbulos.
Mas o resultado não mais se alterou, num jogo que quem perdesse era sempre injusto, face ao equilíbrio praticado.





























































































































































































































































































































































































